Aquela mágica que você fazia quando falava. A voz era o importante, o tom, o timbre , a música que eu ouvia.
O mágico tem vida dupla.
Se a dualidade se fizer emoção não digo mais nada.Se não, existe importância?
domingo, 25 de janeiro de 2009
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
terça-feira, 4 de novembro de 2008
vixe maria
Acordei e disse, dentro, que hoje seria um dia de casamento.
Casamento de mim com você, porque nenhum outro poderia, agora, de fato, ser.
Ao pisá-la pensei que ir embora seria o melhor caminho, e já envolta a tanto, me perco na partida e digo, eufemizando, que ficarei mais um pouquinho.
Ficar pra te dizer eu te amo, pra acordar com você nos olhos naqueles momentos infinitos que nem conto, isso seria desinfinitizar – não serve. Ai! Aperta o peito não tê-la junto na hora de dormir, na hora em que me vem aqueles rios de poesia próprios para dizer baixo no ouvido, mas que a tecnologia ajuda.
Ah o seu corpo.
Um dia desses...
Casamento de mim com você, porque nenhum outro poderia, agora, de fato, ser.
Ao pisá-la pensei que ir embora seria o melhor caminho, e já envolta a tanto, me perco na partida e digo, eufemizando, que ficarei mais um pouquinho.
Ficar pra te dizer eu te amo, pra acordar com você nos olhos naqueles momentos infinitos que nem conto, isso seria desinfinitizar – não serve. Ai! Aperta o peito não tê-la junto na hora de dormir, na hora em que me vem aqueles rios de poesia próprios para dizer baixo no ouvido, mas que a tecnologia ajuda.
Ah o seu corpo.
Um dia desses...
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
terça-feira, 30 de setembro de 2008
lancinante
Uma dor lancinante toma conta do meu peito antes mesmo que eu perceba: é você que chegou sem pedir licença.
Tomou conta do meu sono, da minha cama, do meu dia, do meu corpo. Presente na presença, e ainda mais na ausência.
Dói de dor boa e ruim ao mesmo tempo, uma convergência de sentimentos que eu só consigo traduzir pensando o quanto seria bom tê-la ao lado mesmo sem dizer uma palavra.
Vontade de mostrar meu mundo e de conhecer o seu. Vontade essa seguida de medo que paralisa o que deveria ser um chamado cada vez mais forte. Você me chama calada. Sua existência me traz pra perto. E eu já não sou só minha como gostaria que fosse. Em algum pouco tempo você conseguiu, sem nem fazer muita força, encantar toda uma alma solitária por opção. Que já não é.
Esse sentimento que não ouso nomear pega o estômago e o faz tremer.
Se você quiser serei sua, e se não quiser, já sou.
Tomou conta do meu sono, da minha cama, do meu dia, do meu corpo. Presente na presença, e ainda mais na ausência.
Dói de dor boa e ruim ao mesmo tempo, uma convergência de sentimentos que eu só consigo traduzir pensando o quanto seria bom tê-la ao lado mesmo sem dizer uma palavra.
Vontade de mostrar meu mundo e de conhecer o seu. Vontade essa seguida de medo que paralisa o que deveria ser um chamado cada vez mais forte. Você me chama calada. Sua existência me traz pra perto. E eu já não sou só minha como gostaria que fosse. Em algum pouco tempo você conseguiu, sem nem fazer muita força, encantar toda uma alma solitária por opção. Que já não é.
Esse sentimento que não ouso nomear pega o estômago e o faz tremer.
Se você quiser serei sua, e se não quiser, já sou.
sábado, 20 de setembro de 2008
depois de ter você
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
inspirada em fatos reais
A minha amiga diz que já leu a bula do amor,
realmente ela é demais.
Sabe tudo sobre sofrimentos,
tudo, tudo sobre desentendimentos no amor.
Sabe quando um beijo vai rolar, ou pessoas quando vão se apaixonar,
quando estrelas vão no céu brilhar,
e a hora do natal em que noel chegar:
a minha amiga sabe que esse bom velhinho me trará uma bicicleta voadora, com peneus de mel.Com pneus de mel.
Minha amiga sabre tudo sobre sexo: Sífilis, hímen posições.
Camisinha, sexo virtual al al al al.
Agora estou aqui, nessa cadeira de balanço,
relembrando velhos tempo, velhos momentos,
em que aprendi muito com a minha amiga inteligente.
Ela morreu...de uma doença sexualmente transmissível.
(co-autoria de Katuscha Fagury aos 16 anos)
realmente ela é demais.
Sabe tudo sobre sofrimentos,
tudo, tudo sobre desentendimentos no amor.
Sabe quando um beijo vai rolar, ou pessoas quando vão se apaixonar,
quando estrelas vão no céu brilhar,
e a hora do natal em que noel chegar:
a minha amiga sabe que esse bom velhinho me trará uma bicicleta voadora, com peneus de mel.Com pneus de mel.
Minha amiga sabre tudo sobre sexo: Sífilis, hímen posições.
Camisinha, sexo virtual al al al al.
Agora estou aqui, nessa cadeira de balanço,
relembrando velhos tempo, velhos momentos,
em que aprendi muito com a minha amiga inteligente.
Ela morreu...de uma doença sexualmente transmissível.
(co-autoria de Katuscha Fagury aos 16 anos)
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